segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

DANIELA LAGO ALVES DE OLIVEIRA EUSTÁQUIO

 


DANIELA LAGO ALVES DE OLIVEIRA EUSTÁQUIO, filha do casal do casal  EDSON BATISTA DE OLIVEIRA e JAIRA LAGO DE OLIVEIRA, casada com HUGO MOZER BARRA EUSTÁQUIO, mãe de  DAVI LAGO OLIVEIRA BARROS EUSTÁQUIO,  Professora do IFRN (2009 - atual). Licenciada em Letras (2006) pela UFRN; Especialista em Literatura Comparada (UFRN, 2009); Especialista em Língua Portuguesa - gramática, texto e discurso (UFRN, 2010). Mestre em Ciências Sociais (UFRN, 2015). Atualmente, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional do IFRN- INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS E TECNOLOGIA.

DANIELA LAGO ALVES DE OLIVEIRA EUSTÁQUIO



 DANIELA LAGO ALVES DE OLIVEIRA EUSTÁQUIO

HISTÓRIA E MEMÓRIA DA ETFRN (1968-1998) E A GESTÃO DA PROFESSORA LUZIA VIEIRA DE FRANÇA

Comecei a estudar a escritora Palmyra Wanderley (1894-1978) um pouco por acaso. Há alguns anos, ainda na graduação em Letras (UFRN), em 2004, quando participava como aluna de iniciação científica, na base de pesquisa em Estudos Culturais, coordenada pelo Prof. Dr. Humberto Hermenegildo.

A intenção do grupo estava voltada para o resgate cultural e literário de escritores modernistas do nosso Estado. Naquele momento, líamos e discutíamos críticos literários, como: Roberto Schwarz, Antônio Cândido, Alfredo Bosi, entre outros teóricos. A busca inicial era compreender se, no nosso Estado, tínhamos um sistema literário que caminhava junto com as mudanças estéticas que ocorriam em outros centros urbanos.

Nesse trajeto, passei a frequentar o Instituto Histórico Geográfico do Rio Grande do Norte1 (IHGRN) e a investigar nos jornais do período dos anos 20 (datação próxima do início do Movimento Modernista). Parti do princípio que o jornal retrataria, entre outros aspectos da cidade, o contexto cultural da cidade de Natal (RN). Tive acesso somente ao jornal A República, e alguns não estavam em boas condições de manuseio. Mesmo sem saber ao certo qual escritor(a) encontraria naqueles jornais, a leitura era instigante, pois, a partir daqueles impressos, eu estava conhecendo um pouco mais a história da nossa cidade do Natal.

Havia semanas que conseguia encontrar algo do meu interesse; e outras que não achava informações que pudessem contribuir com a proposta da base. Até que fui percebendo uma recorrência de textos da escritora Palmyra Wanderley. Ela tinha espaço, principalmente, nas primeiras páginas do jornal. E isso começou a me chamar a atenção. Aos poucos, fui coletando todos os textos que encontrava dela. Transcrevia-os, fielmente a escrita original, pois, a direção IHGRN não permitia fotografar. Anotava as principais informações como o dia de publicação, a página, o nome da coluna. Os textos foram se avolumando e resultou no formato de uma pesquisa incipiente, ainda na graduação; efetivou-se em um projeto de iniciação científica, que também colaborava com o acervo do Núcleo Câmara Cascudo de Estudos Norte-Rio-Grandenses (NCCEN)2 , o qual ainda estava se consolidando na época. Com o tempo e com os processos de leituras, o corpus da pesquisa proporcionou o entendimento literário e rendeu-me a produção de alguns artigos e participações em palestras e congressos.

HUGO MOZER BARRA EUSTÁQUIO

 


HUGO MOZER BARRA EUSTÁQUIO, Engenheiro de Materiais (UFRN) e Gestor Ambiental (IFRN). Mestre em Engenharia Sanitária (UFRN), Doutor em Ciência e Engenharia de Materiais (UFRN) e Químico em formação. Pesquisador da área de tratamento de águas desde 2007, desenvolve projetos de remoção de poluentes e uso sustentável de águas.